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Aprender crochê do zero pelo celular com vídeo passo a passo

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Você já quis aprender crochê e travou logo na primeira carreira? Aprender parecia coisa que só se pegava sentada ao lado de alguém que já sabia. Hoje o celular faz esse papel: mostra a agulha de perto, repete o movimento quantas vezes você quiser e espera o seu tempo.

A diferença entre desistir na primeira carreira e terminar a primeira peça costuma ser bem simples. É conseguir ver o ponto sendo feito devagar, de um ângulo que mostre para onde a agulha entra, e ter onde marcar em que carreira você parou.

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Este guia reúne o caminho para começar do zero e indica um aplicativo para cada sistema — porque nem sempre o mesmo app existe nas duas lojas. Escolha o do seu aparelho e comece pelo ponto mais básico.

Baixe grátis 👇

Para Android — sugestão: Aprenda tricô e crochê

Disponível no Google Play

  • Tutoriais em vídeo passo a passo, dos pontos básicos às técnicas avançadas
  • Padrões e receitas organizados por dificuldade: cachecóis, suéteres, chapéus, luvas e amigurumi
  • Contador de pontos integrado, com vários contadores ao mesmo tempo para projetos diferentes
  • Técnicas de acabamento e costura para finalizar as peças
  • Gratuito para baixar na Google Play, com anúncios e compras dentro do aplicativo
  • Classificação Livre, atualizado em julho de 2026

Para iPhone (iOS) — sugestão: Yarnpal: Crochê e Tricô

Baixar na App Store

  • Cinco cursos passo a passo pensados para quem está começando
  • Tutoriais em vídeo com visualização em vários ângulos
  • Biblioteca com mais de 500 padrões, atualizada semanalmente
  • Contador de carreiras que acompanha o progresso automaticamente
  • Identificação de pontos a partir de uma foto
  • Gratuito para baixar na App Store, com assinatura opcional; requer iOS 16 ou posterior

Agulha de crochê e novelo de fio sobre a mesa

Principais Conclusões

  • Dá para aprender crochê do zero pelo celular, com tutoriais em vídeo que você pausa e repete quantas vezes precisar
  • O contador de carreiras é o recurso que mais evita erro de iniciante — perder a conta é o motivo número um de desmanchar o trabalho
  • Os aplicativos indicados são diferentes em cada sistema: um para Android e outro para iPhone
  • Ambos são gratuitos para baixar; o de Android exibe anúncios e os dois oferecem recursos pagos opcionais
  • Para a primeira peça bastam uma agulha, um novelo de fio médio e uma tesoura
  • Comece por correntinha, ponto baixo e ponto alto: com esses três você já faz um pano de prato

Por que o celular funciona bem para aprender crochê

Crochê é repetição de movimento. Quem ensina presencialmente refaz o ponto na sua frente até você pegar o jeito, e é exatamente isso que o vídeo no celular faz sem cansar.

A vantagem é o controle do ritmo. Você pausa no meio da laçada, volta cinco segundos, assiste de novo em velocidade menor. Numa aula presencial ninguém repete o mesmo gesto trinta vezes.

Some a isso o fato de o aparelho ficar ao lado do trabalho, mostrando o próximo passo enquanto suas mãos continuam ocupadas. É um professor que não tem pressa.

Uma sugestão para cada dispositivo

Nem sempre o mesmo aplicativo está disponível nas duas lojas, e forçar um app ruim só porque tem versão para os dois sistemas não ajuda ninguém. Por isso a indicação aqui é dividida.

Para quem usa Android, a sugestão é o Aprenda tricô e crochê. Para quem usa iPhone, o Yarnpal: Crochê e Tricô. São aplicativos diferentes, de desenvolvedores diferentes, cada um forte no seu sistema.

Os dois cobrem o essencial de quem começa: vídeo passo a passo, biblioteca de padrões e contador de carreiras. O que muda são os extras, e nenhum deles é obrigatório para fazer a primeira peça.

O que o aplicativo de Android traz

O Aprenda tricô e crochê, da Rstream Labs, organiza o conteúdo em tutoriais em vídeo que vão dos pontos básicos até técnicas mais avançadas, sempre com instrução visual detalhada.

Os padrões vêm separados por dificuldade, o que evita a armadilha clássica de escolher um projeto bonito demais para o seu nível. Há cachecóis, suéteres, chapéus, luvas e amigurumi.

Ele também traz contador de pontos integrado, e permite configurar mais de um contador ao mesmo tempo — útil quando você tem duas peças em andamento. O aplicativo é gratuito para baixar, exibe anúncios e oferece compras dentro do app.

O que o aplicativo de iPhone traz

O Yarnpal organiza a entrada de quem nunca pegou numa agulha em cinco cursos passo a passo, pensados para iniciantes. A ideia é que você siga uma trilha em vez de escolher vídeos soltos.

Os tutoriais em vídeo mostram o movimento de mais de um ângulo, o que resolve a dúvida mais comum de quem está aprendendo sozinho: por onde exatamente a agulha entra.

A biblioteca passa de 500 padrões e recebe novidades toda semana. Há ainda contador de carreiras automático e um recurso que identifica o ponto a partir de uma foto. É gratuito para baixar, com assinatura opcional, e pede iOS 16 ou posterior.

Os três pontos que resolvem a primeira peça

Não é preciso conhecer dezenas de pontos para começar. Com correntinha, ponto baixo e ponto alto você já consegue fazer um pano de prato, uma bolsinha simples ou uma manta pequena.

A correntinha é a base de tudo: é ela que forma a primeira carreira, sobre a qual todo o resto se apoia. O ponto baixo cria um tecido firme e fechado, bom para peças que precisam de estrutura.

O ponto alto rende mais rápido e deixa o trabalho mais leve e flexível. Aprender esses três, nessa ordem, é o caminho mais curto entre pegar a agulha e terminar alguma coisa.

Por que o contador de carreiras importa tanto

Perder a conta é o motivo número um de trabalho desmanchado. Você levanta para atender alguém, volta e não sabe se estava na carreira doze ou treze — e a peça sai torta.

Contar na cabeça funciona por cinco minutos. Anotar no papel funciona até o papel sumir. O contador dentro do aplicativo fica junto do tutorial e sobrevive a interrupção.

Os dois aplicativos indicados trazem esse recurso, e no de Android dá para manter contadores separados para projetos diferentes ao mesmo tempo.

Materiais para começar sem gastar muito

Para a primeira peça você precisa de três coisas: uma agulha de crochê, um novelo de fio e uma tesoura. Nada além disso é obrigatório no começo.

Um fio de espessura média, em cor clara e lisa, é o mais fácil para quem está aprendendo — dá para enxergar o ponto que você acabou de fazer. Fio escuro ou peludo esconde o erro e atrapalha.

Marcadores de ponto ajudam bastante, mas prendedor de cabelo pequeno ou clipe de papel fazem o mesmo serviço enquanto você decide se vai levar o hobby adiante.

Como escolher a agulha certa para o fio

A regra prática: fio mais grosso pede agulha mais grossa. A embalagem do novelo quase sempre traz o número de agulha sugerido, e seguir essa indicação evita frustração na primeira tentativa.

Agulha fina demais para o fio deixa o trabalho duro e cansa a mão. Agulha grossa demais deixa o tecido frouxo, com buracos que não deveriam existir.

Para começar, agulhas entre 3 mm e 5 mm com um fio médio cobrem quase todos os projetos iniciais que aparecem nos aplicativos.

Como ler um gráfico de crochê

Boa parte das receitas aparece em forma de gráfico: símbolos que representam cada ponto, dispostos na posição em que devem ser feitos. Assusta na primeira vez e fica simples na terceira.

Cada símbolo tem um significado fixo — um traço para correntinha, um sinal diferente para ponto baixo, outro para ponto alto. A legenda vem junto do gráfico e é onde você deve olhar primeiro.

O caminho de leitura costuma ser de baixo para cima, e alternando o sentido a cada carreira. Os aplicativos trazem os guias de ponto que traduzem esses símbolos enquanto você acompanha o vídeo.

Como baixar no Android

Abra a Google Play, busque por Aprenda tricô e crochê e confira se o desenvolvedor é a Rstream Labs antes de instalar — o nome se parece com o de outros aplicativos da mesma categoria.

A instalação é a padrão da loja, e o aplicativo abre direto na lista de aulas. Você pode usar o botão desta página para ir direto à ficha do app.

Vale conferir a seção de compras dentro do aplicativo antes de assinar qualquer coisa, para saber exatamente o que é gratuito e o que é pago.

Como baixar no iPhone

Na App Store, busque por Yarnpal e confira o desenvolvedor PIXELCELL antes de instalar. O aplicativo pede iOS 16 ou posterior, então aparelhos mais antigos podem não conseguir rodar.

Depois de instalado, comece pelo primeiro dos cinco cursos em vez de ir direto à biblioteca de padrões — a trilha foi montada em ordem por um motivo.

A assinatura é opcional. Dá para usar os cursos iniciais e conhecer o aplicativo antes de decidir se vale pagar por algo.

Seu primeiro projeto em uma tarde

Um pano de prato quadrado é o melhor primeiro projeto que existe. Ele usa poucos pontos, perdoa erro de tensão e fica pronto rápido o suficiente para você não desanimar no meio.

Faça uma corrente do tamanho que quiser de largura, depois vá preenchendo com ponto baixo carreira após carreira até virar um quadrado. Simples assim.

A primeira peça sai torta. A segunda sai menos torta. É assim para todo mundo, e é por isso que começar por algo pequeno importa mais do que começar por algo bonito.

Erros comuns de quem está começando

Apertar demais o ponto é o erro mais frequente. A mão fica tensa, o fio não corre e a agulha custa a entrar na próxima laçada. Relaxar a pegada resolve mais do que trocar de agulha.

Outro clássico é aumentar sem perceber, fazendo dois pontos onde deveria ir um — geralmente no ponto da virada. É o que faz o trabalho abrir em forma de leque.

E tem o oposto: perder o último ponto da carreira e ir estreitando sem notar. Contar os pontos ao fim de cada carreira, nas primeiras peças, evita os dois problemas.

Quanto tempo leva para aprender

Os três pontos básicos costumam sair em uma ou duas tardes de prática. Não é um aprendizado longo — é um aprendizado de repetição, e o vídeo ajuda justamente aí.

Fazer com regularidade importa mais do que fazer por muito tempo. Vinte minutos por dia rendem mais do que quatro horas uma vez por mês.

Em algumas semanas de prática constante já dá para encarar receitas com aumento, diminuição e mudança de cor, que é onde as peças começam a ficar interessantes.

O que esses aplicativos não fazem

Nenhum aplicativo corrige a sua peça. Ele mostra o certo, mas quem percebe que o trabalho está abrindo é você — e essa percepção só chega com prática.

Também não substituem o toque. Tensão de fio é coisa que se aprende com a mão, comparando o próprio trabalho com a foto do resultado esperado.

E, como qualquer app de conteúdo, a qualidade varia entre uma aula e outra. Se um vídeo não fizer sentido para você, procure outro sobre o mesmo ponto em vez de insistir.

Peça de crochê em andamento com contador de carreiras no celular

Vale a pena começar pelo celular?

Vale, principalmente porque o custo de tentar é quase zero: os dois aplicativos são gratuitos para baixar e os materiais iniciais cabem no troco de um lanche.

Se o crochê pegar, você vai querer mais recursos e aí decide se algum plano pago faz sentido. Se não pegar, você perdeu uma tarde e ganhou a resposta.

Escolha o aplicativo do seu aparelho, faça uma correntinha de vinte pontos e volte nela amanhã. É assim que começa.

Não nos responsabilizamos pelo uso dos aplicativos citados nem pelo conteúdo disponibilizado por terceiros. Recursos, preços, idiomas e condições de uso podem mudar a qualquer momento nas lojas.

FAQ

Dá para aprender crochê sozinho, sem nenhuma aula presencial?

Dá. O que faltava antes era ver o movimento de perto e poder repetir; o vídeo no celular resolve os dois. A prática regular é o que faz a diferença, não a presença de um professor ao lado.

Qual aplicativo devo instalar: o de Android ou o de iPhone?

O do seu aparelho. São aplicativos diferentes porque nem sempre o mesmo app está bom nas duas lojas. Para Android, Aprenda tricô e crochê; para iPhone, Yarnpal: Crochê e Tricô.

Os aplicativos são gratuitos?

Os dois são gratuitos para baixar. O de Android exibe anúncios e oferece compras dentro do aplicativo; o de iPhone tem assinatura opcional. Nenhum dos dois exige pagamento para você conhecer o conteúdo inicial.

Quais pontos preciso saber para fazer a primeira peça?

Correntinha, ponto baixo e ponto alto. Com esses três já é possível fazer pano de prato, bolsinha simples e mantas pequenas. Os demais pontos vêm naturalmente depois.

Que material eu preciso comprar para começar?

Uma agulha de crochê entre 3 mm e 5 mm, um novelo de fio médio em cor clara e uma tesoura. Marcadores de ponto ajudam, mas clipe de papel faz o mesmo trabalho no início.

Por que meu trabalho está ficando em forma de leque?

Você está aumentando pontos sem perceber, geralmente na virada da carreira. Conte os pontos ao terminar cada carreira nas primeiras peças; o contador do aplicativo ajuda a não se perder.

Quanto tempo leva para aprender os pontos básicos?

Costuma levar uma ou duas tardes de prática. Constância rende mais que duração: vinte minutos por dia levam mais longe do que várias horas de vez em quando.

Preciso saber ler gráfico para usar as receitas?

Ajuda muito, mas não é obrigatório no começo. Os aplicativos trazem guias que explicam cada símbolo, e boa parte das receitas iniciais também vem descrita em vídeo.

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